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Acreditação


A busca pela qualidade nos serviços de saúde

A APS Santa Marcelina vem investindo ao longo dos anos em excelência e qualidade de atendimento e serviços prestados. Parte fundamental neste processo de aperfeiçoamento está o "Projeto Acreditar", cuja meta é qualificar o sistema da "Atenção Primária à Saúde", com a obtenção do certificado de Acreditação, tornando-se importante subsídio para a Organização Nacional de Acreditação (ONA).

A frente do processo está à equipe do Escritório de Qualidade, assessorado por empresa especializada. A área tem como desafio implantar a gestão de qualidade como componente estratégico para melhoria, investir na gestão de equipes, na organização dos processos e equipamentos de saúde, além de definir objetivos concretos adaptados à realidade brasileira. O diagnóstico inicial nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e demais setores representa o marco zero do processo, pois é uma radiografia do funcionamento da organização e serve como base para propor mudanças.

Entre as vantagens de se introduzir essa nova metodologia estão à melhoria tanto do gerenciamento da unidade quanto da qualidade da assistência ao paciente, que será feita com mais segurança e eficiência. Além de contribuir para a implantação da cultura Institucional de Qualidade e sua importância para a sociedade, organização, equipe e usuário da Atenção Primária.

Ampliação

Os resultados positivos fizeram com que o "Projeto Acreditar" fosse ampliado, o que significa mais qualidade. Para tanto, foi firmado novo contrato com o Instituto Qualisa de Gestão (IQG), que dará continuidade aos processos na Microrregião de Cidade Tiradentes – Guaianases e iniciará na Microrregião de Itaim Paulista.

Este trabalho já começou. Os diagnósticos nas unidades de Itaim Paulista foram realizados em junho e a inclusão das demais unidades de Cidade Tiradentes-Guaianases concluídas em julho.

Para entender melhor

A história da Acreditação no Brasil começa no final dos anos 80, sob a coordenação do médico Humberto de Moraes Novaes, quando a Organização Pan-americana da Saúde (OPAS) estabelece uma série de padrões para os serviços hospitalares da América Latina que, se atingidos, dariam ao hospital a condição de "acreditado". O objetivo era criar mecanismos de melhoria dos serviços hospitalares e ter parâmetros para promover esse aperfeiçoamento.

Anos depois, em 1997, o Ministério da Saúde decide instalar uma comissão nacional de especialistas para desenvolver o modelo brasileiro de Acreditação. No ano seguinte, é publicada a primeira edição do "Manual Brasileiro de Acreditação Hospitalar". Em 1999, surge a Organização Nacional de Acreditação, uma entidade não governamental e sem fins lucrativos que tem a atribuição de coordenar o sistema. Hoje, são seis as Instituições Acreditadoras (IACs) credenciadas, que têm a responsabilidade de avaliar e certificar os hospitais com base em padrões e normas técnicas definidas pela ONA.

Níveis da Acreditação

  • Nível 1 – Segurança (estrutura) – pressupõe atendimento aos requisitos básicos de qualidade na assistência prestada ao cliente, com recursos humanos em quantidade e qualificação compatíveis com a complexidade do serviço.

  • Nível 2 - Organização (processo) – verifica a organização da assistência, conferindo documentação, treinamento dos trabalhadores, rotinas, uso de indicadores para a tomada de decisão clínica e gerencial, e prática de auditoria interna.

  • Nível 3 - Práticas de Gestão e Qualidade (resultados) – constata se existem políticas institucionais de melhoria contínua em termos de estrutura, novas tecnologias, atualização técnico-profissional, ações assistenciais e procedimentos médico-sanitário.
A APS busca alcançar o nível máximo da Acreditação. A certificação da ACCREDITATION CANADA, a parceria com o Ministério da Saúde Canadense abrirá caminhos para a Instituição buscar seu posicionamento conceitual com o restante do mundo.



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